cead20136

quinta-feira, 31 de março de 2016

Atividade 7ª série

quarta-feira, 30 de março de 2016

EQUAÇÕES IRRACIONAIS

EQUAÇÕES IRRACIONAIS


Definição:

Chama-se equação irracional a equação cuja, incógnita está sob radical.

Exemplos:

















EXERCÍCIOS

1) Quais são as equações irracionais.

















RESOLUÇÃO DE EQUAÇÕES IRRACIONAIS

Na resolução da equações irracionais em R, procedemos do seguinte modo:

1º - Isolamos um dos radicais em um dos membros da equação dada.

2º - Elevamos os dois bembros da equação a um expoente adequado.

3º - Se ainda restar um ou mais radicais, repetimos as operações anteriores.

4º - Verificar as soluções encontradas.

.
RAÍZES ESTRANHAS

Quando se elevam os dois membros de uma equação a um mesmo expoente par, a equação obtida tem, raízes estranhas à equação original. 

veja:

A equação x = 5 tem como conjunto V = {5}
Elevando ambos os membros ao quadrado, vamos ter x² = 25

cujo o conjunto verdade é V - {5, -5}

Concluindo:

Na resolução de uma equação irracional com radical de indice par, devemos fazer uma verificação da validade da raizes encontradas na equação original e eliminar as raízes estranhas.

Mostraremos a resolução de equações irracionais no conjunto R.


































exemplo 2


































EXERCÍCIOS 

1) Resolva as equações irracionais em R:

















2) Resolva as equações irracionais em R.

















3) Resolva as equações irracionais em R
















Exemplos 3



































exercícios 

1) Resolva as equações em R:

















Exemplo 4

































EXERCÍCIOS

1) Resolva as equações irracionais em R:

















EXERCICIOS














































TESTE






























































terça-feira, 29 de março de 2016

Síntese de Termos da Oração

Colégio Estadual Dinah Gonçalves
email accbarroso@hotmail.com        



Temos essenciais

Sujeito

É o termo da oração do qual se declara alguma coisa.
Exemplo: No céu, um sol claro anuncia o verão.

Características do Sujeito:

I. Pode ser identificado através da pergunta "quem é que"... (ou "que é que"...), feita antes do verbo da oração
Que(m) é que + verbo? __ Resposta=sujeito
II. É substituível por ele(s), ela(s)
III. O verbo concorda com o sujeito.

Classificação do sujeito:

I. Simples: tem um único núcleo.
Exemplo: O velho navio aproximava-se do cais.

II. Composto: tem dois ou mais núcleos
Exemplo: As ruas e as praças estão vazias.

III. Oculto, elíptico ou desinencial: o sujeito pode ser identificado pela desinência do verbo ou pelo contexto em que aparece.
Exemplo: Voltarás para casa (sujeito: tu)

IV. Indeterminado: Quando não é possível determinar o sujeito. Com verbos na 3ª pessoa do plural sem referência a elemento anterior.
Exemplo: Atualmente, espalham muitos boatos.
Com verbo na 3ª pessoa do singular + se (em orações que não admitem a voz passiva analítica)
Exemplo: Precisou-se de novos professores.

Orações sem sujeito:

I. Verbo haver significando existir, acontecer e indicando tempo passado.
Exemplos:
Aqui já houve grandes festas.
Amanhã faz dez anos que ele partiu.

II. Verbo ser indicando tempo, horas, datas e distâncias.
Exemplo: Agora são cinco e doze da tarde.

III. Verbos indicativos de fenômenos da natureza.
Exemplo: Ontem à tarde, ventou muito aqui.

Predicativo

É tudo que se diz do sujeito. (Retirando o sujeito, o que fica na oração é o Predicado.)

Predicado verbal:

Apresenta verbos sem ligação.
Apresenta predicativo (só do sujeito).
O núcleo é predicativo.
Exemplo: Eles estavam furiosos.

Predicado verbo-nominal:

Apresenta verbo significativo
Apresenta predicativo (do sujeito ou de objeto)
Dois núcleos: o verbo e o predicativo.
Exemplos:
Eles invadiram furiosos a loja.
Todos consideram ruim o filme.

Verbo significativo

Expressa uma ação, ou um acontecimento.
Exemplo:
"O sol nasce pra todos, todo dia de manhã..." (Humbeto Gessinger)
"Enquanto a vida vai e vem, você procura achar alguém.." (Renato Russo)

Temos relacionados ao verbo

I. Objeto direto:

a) Funciona como destinatário/receptor do processo verbal.
b) Completa o sentido do verbo transitivo direto
c) Pode ser trocado por o, as, os, as.
d) A oração admite voz passiva.
Exemplo: Muitas pessoas viram o acidente

II. Objeto indireto:

a) Funciona como destinatário/receptor do processo verbal.
b) Completa o sentido do verbo transitivo direto.
c) Apresenta-se sempre com preposição
d) A oração não admite voz passiva.
Exemplo: Todos discordam de você.

III. Agente da passiva:

a) Pratica a ação verbal na voz passiva.
b) Corresponde ao sujeito da voz ativa.
c) Iniciado por preposição: por, pelo ou de.
Exemplo: O deputado foi vaiado pelos sem terra.

IV. Adjunto adverbial:

a) Acrescenta ao verbo cirscunstâncias de tempo, lugar, modo, dúvida, causa, intensidade.

Termos Relacionados a nomes

I. Adjunto adnominal:

a) Determina, qualifica ou caracteriza o nome a que se refere.
b) Pode se referir a qualquer termo da oração (sujeito, objeto, etc.)
Exemplo: As três árvores pequenas secaram.

II. Predicativo:

a) Exprime uma característica/qualidade atribuída ao sujeito ou ao objeto.
b) Liga-se ao sujeito ou ao objeto através de verbo de ligação (claro ou subtendido)
Exemplo:
Toda a cidade estava silenciosa.
Elegeram José representante de turma.

III. Complemento nominal:

a) Completa o sentido de nomes (substantivos abstratos, advérbios) de sentido incompleto.
b) Sempre com repetição.
Exemplo: Ninguém ficou preocupado com ele.

IV. Aposto:

a) Detalha, caracteriza melhor, explica ou resume o nome a que se refere.
Exemplo: O Flamengo, time carioca, ganhou ontem.

V. Vocativo:

a) Usado para "chamar" o ser com quem se fala.
b) Na escrita, vem sempre isolado por vírgula(s)
Exemplo: Era a primeira vez, meu amigo, que eu a encontrava.

Principais diferenças entre complemento nominal e adjunto adnominal

O complemento nominal é sempre iniciado por uma preposição e o adjunto adnominal às vezes inicia-se por preposição. Por esse motivo, se houver dúvida, você pode usar os seguintes critérios diferenciadores:

Adjunto adnominal


Complemento nominal

I. Só se refere a substantivos (concretos e abstratos).
II. Quando o nome se refere, exprime uma ação; a adjunto adnominal é o agente dessa ação.
III. Pode em certas frases indicar posse.


I. Pode se referir a substantivos abstratos,adjetivos e a advérbio.
II. Quando o nome a que se refere exprime uma ação, o complemento nominal é o paciente (alvo) dessa ação.
III. Nunca indica posse.

Exemplos:

I. Ele comprou alguns livros de literatura

O termo destacado (de literatura) refere-se ao nome livros, que é um substantivo concreto. Observando o primeiro critério do quadro, conclui-se que de literatura só pode ser adjunto adnominal, uma vez que o complemento nominal só se refere a substantivos abstratos, nunca a concreto.

II. Seu amigo está descontente com nossa atitude.

Observe que com nossa atitude refere-se a descontente, que é um adjetivo. Portanto, o tempo com nossa amizade só pode ser complemento nominal, uma vez que o adjunto adnominal nunca se refere a adjetivo.

III. A ofensa do torcedor irritou o juiz.

Nesse exemplo, a ofensa, é uma ação e o torcedor é o agente da ação. Portanto pelo segundo critério do quadro, do torcedor é adjunto adnominal. Você poderia chegar a essa conclusão usando também o terceiro critério do quadro (do torcedor exprime posse).
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Verbo Pretérito

Colégio Estadual Dinah Gonçalves
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Pretérito Imperfeito do Modo Indicativo

O tempo verbal do pretérito imperfeito do modo indicativo é utilizado para os seguintes fins:

- quando o locutor enuncia fatos ocorridos, transportado mentalmente para o momento da ocorrência, descrevendo os fatos da forma como iam prosseguindo;
Exemplo: Eu cantava em voz baixa, e fazia gestos, regendo uma sinfonia invisível.

- na enunciação de fatos dos quais não se tem certeza quanto às suas realizações futuras;
Exemplo: Queria que fosses feliz.

- na substituição do futuro do pretérito, ao exprimir a conseqüência inevitável de um fato condicionante;
Exemplo: Se o bonde não chegasse logo, logo me irritava.

- na enunciação em que se dá a idéia de prolongação de fatos ocorridos em direção ao momento presente da própria enunciação. Neste caso, exprime-se com maior evidência a característica principal do tempo no pretérito imperfeito do indicativo: a descrição de fatos passados não concluídos (“imperfeitos”).

Pretérito Imperfeito do Modo Subjuntivo

Os verbos no tempo do pretérito imperfeito do modo subjuntivo são empregados das seguintes maneiras:

-tendo valor de passado:
Exemplo: Mesmo que a saudade batesse a sua porta, permaneceria impassível.

-tendo valor de presente, constituindo condição para uma ação que poderia estar ocorrendo:
Exemplo: Se tivesses coragem, estaria lutando por seus ideais.

- tendo valor de futuro em relação a algum momento já passado:\
Exemplo: Naquele instante, era provável que o mundo ruísse.

Pretérito Mais-que-Perfeito do Modo Indicativo

Os verbos no tempo do pretérito mais-que-perfeito do modo indicativo são utilizados nas seguintes situações enunciativas:

- denotação de uma ação anterior a outra já passada;
Exemplo: Antes de falar de seus caminhos pela vida, disse-me que já fora marinheiro.

- substituição, de caráter estilístico, dos verbos no futuro do pretérito do modo indicativo e no pretérito imperfeito do modo subjuntivo (estilo denotativo de solenidade);
Exemplos: Ele menos a conhecera, mais a amara (com os verbos conhecera e amara substituindo, respectivamente, as formas conhecesse e amaria); Fez gestos magníficos, como se fora um rei (verbo no mais-que-perfeito do indicativo substituindo a forma no pretérito imperfeito do subjuntivo).

Pretérito Mais-que-Perfeito do Modo Subjuntivo

O tempo do pretérito mais-que-perfeito do modo subjuntivo constitui-se de forma composta, isto é, há a ocorrência de um verbo auxiliar no presente do subjuntivo e um verbo principal no particípio. Não há forma de conjugação simples de verbos no pretérito mais-que-perfeito do modo subjuntivo. Esta modalidade composta é empregada das seguintes maneiras:

-exprimem uma ação anterior que condiciona outra ação passada:
Exemplo: Se tivesse ouvido o que diz a experiência, não correria os riscos pelos quais passou.

-exprimem uma ação passada da qual se duvida, ou ainda uma ação passada hipotética ou irreal:
Exemplos: Achou que realmente tivesse acontecido aquilo. (...que realmente acontecera aquilo, no pretérito mais-que-perfeito do modo indicativo); Acreditaste que ele tivesse andado por aquelas paragens? (...que ele andara por aquelas paragens, no pretérito mais-que-perfeito do modo indicativo)

Pretérito Perfeito do Modo Indicativo

Os verbos no tempo do pretérito perfeito do modo indicativo são utilizados na seguinte situação enunciativa:

- declaração de fatos inteiramente concluídos, localizados no passado de maneira enfática;
Exemplo: Chegou em sua casa, foi ao seu quarto nos fundos da casa, deitou-se e dormiu.

Pretérito Perfeito do Modo Subjuntivo

O tempo do pretérito perfeito do modo subjuntivo constitui-se de forma composta, isto é, há a ocorrência de um verbo auxiliar no presente do subjuntivo e um verbo principal no particípio. Não há forma de conjugação simples de verbos no pretérito perfeito do modo subjuntivo. Esta modalidade composta é empregada nas seguintes formas:

-quando exprimem um fato supostamente concluído:
Exemplo: Talvez eu tenha me comportado muito mal.

-quando exprimem um fato a ser concluído no futuro em relação a outro fato futuro:
Exemplo: Talvez eu tenha terminado o trabalho quando o professor chegar.
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Vícios de Linguagem


Colégio Estadual Dinah Gonçalves
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1. Barbarismo: Grifo ou pronúncia de uma palavra em desacordo com a norma culta.

“Gratuíto” (em vez de gratuito)
“Rítmo” (em vez de ritmo)

2. Solecismo: Desvio da norma em relação à sintaxe.

“Fazem dois anos que não nos vemos” (em vez de faz)

3. Ambiguidade ou Anfibologia: Deixar a frase com mais de um sentido.

“O menino viu o incêndio da escola”

4. Cacófato: Mau som produzido pela junção de palavras.

“Beijou na boca dela”.

“Eu vi ela”. (Eu viela?)

"Eu amo ela" (Eu a moela?)

“Não tenho pretensão acerca dela”.
(Não tenho pretensão a ser cadela?)

“Vou-me já porque já está pingando”.
(Vou mijar porque já está pingando?)

"Tenho culpa eu" (Tem c... pá eu?!)

5. Pleonasmo Vicioso: repetição desnecessária de palavras para expressar uma idéia.

“Subir pra cima”

“Entra pra dentro, menino!”

6. Neologismo: criação desnecessária de palavras novas.

“O ministro se considerava imexível”

7. Eco: Repetição de um som numa seqüência de palavras.

“A decisão da eleição não causou comoção na população.”

8. Arcaísmo: Utilização de palavras que já caíram em desuso.

“Vossa Mercê vai pescar”
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Acre


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Bandeira do Acre
Significado da bandeira: as riquezas minerais do estado são representadas pela cor amarela; a mata, pelo verde; e a estrela vermelha é uma homenagem aos brasileiros que lutaram contra os bolivianos na disputa pelo território do Acre.
Localizado na Região Norte do país, o Acre é o estado situado mais a oeste, abrigando um dos pontos extremos do Brasil, a Serra da Contamana, onde está a nascente do Rio Moa. O território estadual limita-se ao norte com o Amazonas, a leste com Rondônia, a sudeste com a Bolívia e ao sul e a oeste com o Peru.
Com clima equatorial quente e úmido, a vegetação predominante no Acre é a Floresta Amazônica. O relevo é marcado por depressão na maior parte e planície na porção norte. A rede hidrográfica é representada pelos rios Acre, Envira, Juruá, Laco, Purus, Tarauacá.

Localização do Acre no mapa do Brasil
A extensão territorial é de 164.122,280 quilômetros quadrados e, conforme dados do Censo Demográfico, realizado em 2010 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Acre possui 732.793 habitantes, sendo a densidade demográfica de 4,4 habitantes por quilômetro quadrado. A maioria da população reside em áreas urbanas (72,6%); e Rio Branco, capital estadual, abriga 335.796 pessoas.
A economia estadual tem no extrativismo vegetal uma importante fonte de receitas financeiras, com destaque para a exploração de madeira, látex e castanhas. A agricultura baseia-se nos cultivos de mandioca, arroz, feijão, milho e cana-de-açúcar. O setor industrial atua principalmente no segmento alimentício e madeireiro. Apesar do crescimento econômico, o Acre ainda apresenta grandes problemas sociais: déficit nos serviços de saneamento ambiental, alta taxa de mortalidade infantil, entre outros.
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Equação do 1º grau

domingo, 27 de março de 2016

Ponto médio de um seguimento de reta

Colégio Estadual Dinah Gonçalves
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Segmento de reta é limitado por dois pontos de uma reta. Por exemplo, considere a reta r e dois pontos A e B que pertencem a essa reta.



A distância dos pontos A e B é o segmento da reta r.

Por ser um “pedaço” de uma reta podemos medir o seu comprimento (distância entre dois pontos de uma reta), assim possuindo seu ponto médio (ponto que separa o segmento ao meio).



Se o ponto fosse A (2,1) e B (3,4), qual seria as coordenadas do ponto médio?

Utilizando o Teorema de Tales, podemos dizer que:

AM = A1M1
MB M1B1

Os segmentos AM e MB são iguais, pois M é o ponto médio de A e B, assim podemos escrever:

1 = A1M1
M1 B1

x A = 2, então A1M1 = xM – 2
x B = 3, então M1B1 = 3 – xM

Substituindo A1M1 = xM – 2 e M1B1 = 3 – xM em 1 = A1M1, teremos:
M1B1

1 = A1M1
M1B1

1 = xM – 2
3 – xM

xM – 2 = 3 – xM

2xM = 3 + 2

xM = 3+2
2

xM = 5/2

Podemos concluir que a abscissa xM é a media entre as abscissas xA e xB, portando yM será a mediana de yA e yB.

y M = 4 + 1 2

y M = 5/2

Portanto, o ponto médio M terá coordenadas iguais a (5/2, 5/2).

Assim, a forma geral para o cálculo das coordenadas de um ponto médio será:

xM = xA + xB
2

yM = yA + yB
2